2026.7.19 Tribunál aplika prizaun preventiva ba arguidu Scaming call Center iha Fomentu II
DILI 18 Jullu 2026 – Tribunál Primeira Instánsia Dili (TJPID), sabadu ne’e, halo interogatóriu judisiál dahuluk ba Arguidu na’in-27 ne’ebé suspeitadu ba krime jogu ilísitu Scaming call Center iha Fomentu II ne’ebé Polísia Sientífika Investigasaun Kriminál (PCIC, sigla Portugés) kaer iha loron tersa (14/7) foin lalais ne’e.
Iha interogatóriu dahuluk ne’e, Ministeriu Públiku ne’ebé reprezenta husi Prokuradór Domingos Goveia Leite promeve arguidu sira ho krime Asosiasaun Kriminozu artigu 188, krime burla informátika artigu 268, jogu esplorasaun ilísitu ne’ebe previstu iha artigu 322, krime Brankamentu Kapitál 313 no Krime Fraude Fiskal 314 ne’ebé previstu iha Kódigu Penál Timor-Leste.
Nune’e iha alegasaun, Mínisteriu Públiku solisita ba Tribunál atu aplika medida koasaun ne’ebé todan liu ba Arguidu sira liga ho Scaming call Center iha Fomentu II tanba sira nia aktu prátika duni jogu Scaming call Center.Maibé, parte Defeza husi Arguidu sira la aseita nune’e husu Tribunál atu aplika de’it medida ne’ebé kaman.
Hafoin rona tiha parte hotu Tribunál hasai despaixu hodi fó medida koasaun Prizaun Preventiva ba Arguidu ida ne’ebé nudar ejerente ba fatin ne’ebé halo prátika aktu ilísitu jogu Scaming call center iha Fomentu II. Enkuantu Arguidu na’in-26 Tribunál aplika medida kuasaun.
Nune’e arguidu sira selu kausaun ho valór $4000, hahú sura husi despaixu Tribunál nian karik arguidu sira la selu kausaun ne’e sei hatan ba responsabilidade kriminál seluk.
Defeza husi Arguidu nain-neen, Advogadu Privadu José Pedro Camoes, hateten, arguidu hamutuk na’in-27 ne’ebé PCIC asegura no detein iha Fomentu II iha tersa foin lalais ne’e, iha arguidu na’in-ida Tribunál ohin aplika Prizaun Preventiva, enkuantu Arguidu na’in -26 seluk arguidu Tribunál aplika medida kuasaun ho osan $4.000.
“Ida ba L.J, mak hetan Prizaun Preventiva. Restu ne’e selu kausaun $4000. Desizaun eskrita sidauk notifika”, Pedro Camoes hateten ba TATOLI via Watshap sabadu ne’e.
Rekorda fali katak iha loron tersa (14/7) foin lalais ne’e Polísia Sientífika Investigasaun Kriminál hala’o operasaun hodi asegura no detein suspeitu na’in-27 ba kazu Scaming call Center iha Fomentu II Suku Komoru Postu-Administrativu Dom Aleixo Munisípiu Dili.

DILI, 19 Jullu 2026 – Ekipa Konjuta ne’ebé kompostu husi Polísia Nasionál Timor-Leste (PNTL) Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál hamutuk ho Servisu Migrsaun no Servisu Informasaun Polìsia, domingu (19/7) tuku 01:00, madrugda ne’e halo operasaun iha area Bedois, Suku Bekora, Postu Administrativu Kristu Rei konsege deteta uma ida ne’ebé sidadaun Xineza hela hodi halo hela prátika ba jogu ilísitu Scaming Call Center.
Iha Operasaun ne’e, Ekipa Konjuta tama uma referidu hodi asegura sidadaun estranjeiru na’in-hitu no halo apreensaun ba ekipamentu balun ne’ebé sidadaun sira ne’e uza hodi halo atividade ilísitu ne’e.
Sidadaun estranjeiru ne’ebé ekipa asegura ne’e sidaun Indonézia neen, kompostu husi feto tolu no mane tolu inklui sidadaun Xineza mane ida.
Tuir deklarasaun uma nain, David Menezes, katak uma ne’e sidadaun estranjeiru kazal ida maka mai aluga.
“Sira mak sosa kadeira meza, kama no instala internet starlink besik fulan ida ona maibe selu uluk fulan tolu nian no kada fulan sira selu osan ho montante $2.500”, David Menezes hateten iha Bedois domingu ne’e.
Hafoin ekipa asegura tiha sidaun na’in- hitu ne’e, ekipa lori kedan mai iha Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál Komandu Jerál PNTL Kaikoli hodi submete ba prosesu identifikasaun.
Entertantu iha sesta (17/7) maizumenus tuku 13:00 Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál (DSIK) lideradu husi Diretór DSIK Superintendente Xefe Polísia Joao Belo halo operasaun ba uma ida iha área Manleu Canosa nian, área Delta II no Bairru Pite, iha operasaun ne’e polísia lakonsege asegura suspeitu sira ba krime Scaming call Center tanba suspeitu sira desvia ka halai sees husi polísia molok loron rua antes.
Tanba suspeitu sira hatene informasaun antes loron rua liu ba, nune’e bainhira polísia ba sira-nia fatin sira desvia ona husi polísia sira-nia operasaun.
Maibé iha operasaun ne’e, Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál konsege asegura objetu ba krime ita hanesan Laptop no destop boot ida ne’ebé sidadaun Xineza monta iha uma aluga ida iha área Canossa nia inklui rede starlik.
Tuir observsaun TATOLI iha terenu nota liga ho operasaun ne’ebé halo husi Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál halo iha, sesta foin lalais, ba iha uma ida área Canossa nia katak suspeitu halo hela atividade ba prátika scaming call Center no rede starlik balun iha uma leten sira sobu no husik hela nia foun de’it, situasaun hanesan mós akontese ba iha uma aluga ida ne’ebé seidauk Xineza sira aluga iha Delta II, inklui iha Bairru Pite.
2026.7.10 Difamação no Código Penal? Proposta divide Timor-Leste e preocupa sociedade civil
Sociedade civil, jornalistas e defensores dos direitos humanos alertam para os riscos da criminalização da difamação, enquanto os defensores da proposta argumentam que a lei é necessária para proteger a honra e a reputação dos cidadãos. O Parlamento poderá vir a integrar o crime de difamação no Código Penal, prevendo penas que alguns consideram desproporcionadas.
A possibilidade de Timor-Leste passar a criminalizar os crimes de difamação e injúria voltou a colocar em confronto duas visões distintas sobre a proteção dos direitos fundamentais. Enquanto organizações da sociedade civil, associações de jornalistas e defensores dos direitos humanos receiam que a medida possa restringir a liberdade de expressão e desencorajar a participação cívica, os seus defensores sustentam que o Estado deve dispor de mecanismos penais para proteger a honra, a reputação e a dignidade das pessoas.
O debate ganhou novo fôlego após a Comissão A do Parlamento Nacional, responsável pelos assuntos constitucionais e da justiça, concluir a apreciação de uma proposta que prevê a introdução dos crimes de difamação e injúria no Código Penal. Atualmente, estas matérias são tratadas sobretudo no âmbito do direito civil, através da responsabilidade por danos causados à honra e ao bom nome.
É precisamente esta alteração que tem suscitado preocupação entre organizações da sociedade civil, que receiam um efeito dissuasor sobre jornalistas, denunciantes e cidadãos que recorrem ao espaço público, incluindo as redes sociais, para denunciar alegados abusos de poder ou casos de corrupção.
Foi neste contexto que o Conselho de Imprensa promoveu, esta quinta-feira, um fórum editorial, na sua sede, em Quintal Bo’ot, reunindo representantes de organizações não-governamentais, associações de jornalistas, juristas e académicos para discutir os impactos da eventual criminalização da difamação.
Conselho de Imprensa defende equilíbrio entre liberdade e responsabilidade
Na abertura do debate, a presidente interina do Conselho de Imprensa, Suzana Cardoso, sublinhou que a discussão não deve ser reduzida a uma escolha entre proteger a liberdade de expressão ou a honra das pessoas, defendendo antes a necessidade de encontrar um equilíbrio entre ambos os direitos.
Segundo a responsável, a própria Constituição timorense estabelece esse equilíbrio ao consagrar, por um lado, a liberdade de expressão e de imprensa, nos artigos 40.º e 41.º, e, por outro, o direito ao bom nome, à honra e à reputação, previsto no artigo 36.º.
“A Constituição não atribui caráter absoluto a nenhum destes direitos. O desafio consiste em encontrar uma solução que permita garantir, simultaneamente, a liberdade de expressão e a proteção da dignidade das pessoas”, afirmou.
Suzana Cardoso recordou ainda o papel desempenhado pelos jornalistas durante a luta pela independência de Timor-Leste, defendendo que a liberdade de imprensa constitui um dos pilares da democracia timorense.
“A divulgação de informação permitiu mostrar ao mundo a realidade vivida em Timor-Leste e dar voz a quem não a tinha. A liberdade de imprensa faz parte da história da nossa independência”, salientou.
Apesar disso, frisou que a discussão não deve centrar-se apenas na criminalização da difamação, mas sobretudo na forma de garantir que jornalistas e cidadãos possam exercer o direito de informar e de criticar sem receio de intimidação, ao mesmo tempo que sejam protegidas as pessoas vítimas de falsas acusações.
Para a presidente interina do Conselho de Imprensa, qualquer decisão legislativa deve assentar em princípios constitucionais, no direito internacional e no interesse nacional, evitando soluções que possam fragilizar a democracia ou limitar o debate público.
JSMP alerta para riscos da criminalização da difamação
Uma das posições mais críticas foi apresentada pela diretora executiva do Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP), Ana Paula Marçal, que considerou que a criminalização da difamação poderá ter consequências profundas para o funcionamento da justiça, para a liberdade de imprensa e para o acesso das vítimas aos tribunais.
Segundo a jurista, a proposta de lei não constitui uma novidade, uma vez que já foi apresentada em anteriores legislaturas, sem reunir consenso suficiente para avançar.
Para Ana Paula Marçal, transformar a difamação num crime poderá desencorajar o jornalismo de investigação e limitar a divulgação de informação de interesse público. “Os jornalistas podem passar a evitar investigações sobre alegados crimes ou casos de corrupção por receio de serem alvo de processos por difamação. Isso terá um impacto direto na qualidade do jornalismo e no direito dos cidadãos à informação.”
Na perspetiva da diretora executiva do JSMP, o impacto poderá estender-se ao próprio sistema judicial. Caso a criminalização avance, considera provável um aumento significativo do número de processos, desviando recursos humanos e financeiros de crimes mais graves.
“Se quase todas as pessoas apresentarem queixas por difamação, os tribunais terão de dedicar tempo e recursos a esses processos. Isso poderá atrasar a investigação e o julgamento de crimes como corrupção, violência sexual ou violência doméstica, precisamente numa altura em que o sistema de justiça continua a enfrentar limitações de recursos humanos e materiais.”
Ana Paula Marçal alertou ainda para o efeito que a nova lei poderá ter sobre as vítimas de crimes, sobretudo nos casos em que as acusações são difíceis de provar. Como exemplo, referiu situações de violência sexual ou de incesto.
Segundo explicou, uma vítima que denuncie um agressor, mas não consiga apresentar prova suficiente para sustentar a acusação, poderá acabar por enfrentar um processo por difamação apresentado pela própria pessoa denunciada. “O receio de uma ação por difamação poderá levar muitas vítimas a optarem pelo silêncio. Isso seria um retrocesso na proteção dos direitos das vítimas.”
Outro dos aspetos mais criticados pela responsável do JSMP prende-se com a moldura penal prevista na proposta.
Ana Paula Marçal considera desproporcionado que a difamação possa ser punida com penas superiores às previstas para outros crimes atualmente constantes do Código Penal.
Segundo explicou, a proposta prevê penas de prisão que podem atingir cinco anos, enquanto outros crimes considerados mais graves têm molduras penais inferiores.
Entre os exemplos apresentados encontram-se o crime de ameaça, cuja pena máxima é de um ano de prisão; a condução sem carta, punida com pena até dois anos; o desrespeito pelos símbolos nacionais, punido até três anos e o crime de desobediência, cuja pena máxima é de três meses.
Na opinião da jurista, esta diferença demonstra uma desproporção evidente entre a gravidade das condutas e as respetivas sanções penais.
“Estamos a falar apenas de palavras, escritas ou ditas verbalmente, que poderão ser punidas com penas mais pesadas do que outros crimes previstos no Código Penal. Não nos parece uma solução equilibrada.”

DILI, 26 Juñu 2026—Polísia Nasionál Timor-Leste (PNTL) liuhusi Diresaun Servisu Investigasaun Kriminál (DSIK), Sesta ne’e maizumenus tuku 08:30, sobu atividade ilísitu scam call center, iha Tibar, Postu Administrativu Bazartete Munisípiu Likisá.
DSIK liuhusi nia pesoál informasaun ne’ebé destaka iha fatin referida deteta katak iha otél ida besik Rontunda Tibar suspeitadu halo atividade ilísitu scam call center.
Nune’e, ohin Autoridade Seguransa halo kedan operasaun ba fatin ne’e hodi detein suspeitu na’in-61 nu’udar sidadaun Indonézia no balun Kambódia, ho fraglante delitu.
DSIK rejista kazu ne’e ho NUC: 0227/26.PNSIK ho tipu krime jogu ilísitu Tibar.
Diretó Servisu Investigasaun Kriminál, Superintendente Xefe Polísia João Belo dos Reis, haktuir, ohin purvolta tuku 08:00 resin hetan informasaun husi informadór sira, katak iha fatin ida iha Tibar suspeitadu iha atividade ne’ebé halai ba scam call center, ne’ebé lansa bosok ema liuhusi meiu telemóvel.
“Ho nune’e ekipa husi Diresaun Servisu Nasionál Investasaun Kriminál nian tun iha fatin ne’ebá, ita deskonfia duni iha movimentu ruma ne’ebé ita presiza deskonfia. Tanba ne’e mak ami halo intervensaun ba fatin ne’ebá iha fraglante delitu. Ita tun ita hetan sidadaun Indonézia na’in-61 iha kuartu ida, halo hela sira-nia atividade henesan calling center ka penipuan ba sidadaun sira,” João Belo hateten ba jornalista iha Kuartél Jerál PNTL, Kaikoli, Sesta ne’e.
Nia dehan, daudaun sidadaun Indonézia na’in-61 transporta ona mai DSIK Komandu Jerál PNTL atu halo identifikasaun no investigasaun.
“Ita detein kedas sidadaun na’in-61, kompostu husi feto nain-17, mane na’in-44 ne’ebé daudaun ita lori sira mai iha Kuartél Jerál iha Diresaun Nasionál Servisu Investigasaun kriminál para halo identifikasaun hodi halo separasaun ida-ne’ebé mak mai hanesan vítima, sira ne’ebé mak sente ema mai iha ne’e bosok sira, ita bele konsidera hanesan tráfiku umanu, balun ne’ebé mak sai hanesan operadór, balun ne’ebé mak hanesan fasilitadór lori ema sira ne’e mai,” nia katak.
Entre suspeitu sira ne’e, na’in-hitu mai husi Kambódia inklui sira-nia patraun hanesan autór prinsipál halo atividade ne’e.
Suspeitu na’in-hitu ne’e nu’udar rede scaming husi Kambódia, bainhira rede (scaming) sobu iha ne’ebá, sira hala’o tama mai iha Timor.
“Tuir informasaun ne’ebé mak foin hetan, balun mai fulan-rua ona, balun mai fulan-tolu ona no balun mai fulan-haat, ne’ebé deskonfia sira halo atividade ne’e hahú Fulan-Janeiru ou Fevereiru tinan ne’e,” nia hato’o.
Ekipa DSIK foti iha lokál krime rede Starlink, telefone, laptop sira ne’ebé sira uza relasaun ba sira-nia atividade ne’e no daudaun Polísia lori mai hotu identifikasaun. Inklui pasaporte 66 tanba suspeitu sira balun halai lakon tiha bainhira Polísia atu sobu fatin hala’o atividade.
“Dadaun ne’e halo hela identifikasaun ba sira. Halo hela Investigasaun ba sira ne’ebé mak agora dadaun maluk sira haree iha li’ur neeba”,nia dehan.
Diretór Servisu Investigasaun Kriminál ne’e husu ba Xefe Suku, Xefe Aldeia sira inklui Xefe Joventude sira bainhira identifika tan asaun sira hanesan ne’e iha sira nia bairu laran, husu atu halo kontaktu ho Polísia hodi halo intervensaun.
“Ne’e hanesan iha Oékusi nia operasaun, ne’e modelu hanesan,” nia tenik.

BOBONARU, 03 Juñu 2026 – Komandu Polísia Nasionál Timor-Leste (PNTL) Munisípiu Polísia Bobonaru rejista asidente tráfegu hamutuk 42 inklui na’in-tolu lakon vida durante períodu fulan Janeiru to’o fulan Maiu tinan ne’e.
Segundu Komandante Komandu Munisípiu Polísia Bobonaru, Superintendente Carlos Moniz, relata hosi totál asidente ne’e rezulta ema-nain tolu mak lakon vida iha fulan marsu, abríl no fulan maiu nia-laran.
“Hahú husi janeiru to’o maiu ita iha kazu totál 42, janeiru haat, fevereiru ualu, marsu 11, abríl tún mai sia, ita mai fali iha maiu sa’e fali ba 12, hosi totál ne’e konsege halakon ema na’in-tolu nia vida, ida iha Marsu, ida iha Abríl no ida iha Maiu nia laran, hosi kazu hirak ne’e bai-bain ita halo prosesu, rekolla evidénsia, kompleta dokumentu hafoin dentru de oras 72 ita enkamiña ba iha Ministériu Públiku nu’udar na’in ba prosesu,” nia informa ba jornalista sira, iha kna’ar-fatin, tersa ne’e.
Superintendente Carlos, subliña bazeia ba informasaun no evidénsia ne’ebé Seksaun Tránzitu Seguransa Roduviáriu kazu ne’ebé rekolla ih terrenu maioria kauza husi fatór umanu.
“Ita hatene agora governu halo ona estrada ne’ebé maka kabeer, husi Dili mai to’o Batugade, sa’e mai to’o Tunubibi – Maliana Vila mós kabeer ona, entaun fatór umanu ne’e mai husi saida, ita la konsiente ita-nia vida importante, mas ita haree dalan kabeer, liman-katar, ain-katar ita halai haluha tiha sinais (sinál) tránzitu vertikál ne’ebé mak koloka iha dalan,” nia fó hanoin.
Nune’e mós menus koñesimentu no konsiénsia kona-ba importánsia sinál tranzítu no uza ekipamentu seguransa hanesan kapasete.
“Sira hanoin katak sinais sira ne’ebé tau ne’e hanesan hiasan de’it, ida fali ita laiha konsiénsia kle’an kona-ba kapasete, sira uza kapasete tan de’it dehan polísia atu tilang, mas loloos ne’e kapasete polísia obriga uza atu hodi salva ita-nia vida, ita abandona tia,” nia katak. x1200

2026.5.15 Court orders pretrial detention of three men over Poros murder case
DILI, 15 May 2026 – The Baucau Court of First Instance ordered the pretrial detention of three men suspected of direct involvement in the murder of 21-year-old Vinsensio de Jesus in Poros hamlet, Mehara village, Tutuala administrative post, Lautém municipality.
The fatal assault took place in the early hours of May 10, around 1:15 a.m., during a one-year memorial ceremony in Poros hamlet attended by Vinsensio de Jesus and his relatives.
Public defender José Delima said that, according to the prosecutor, the three men are charged with being directly involved in the fatal assault.
The decision was taken during the initial court hearing on May 12 and 13, which ruled that the suspects, identified by the initials LRH, GdSB and MdS, are charged under three offences in Timor-Leste’s Penal Code: Article 139 (aggravated homicide), Article 145 (simple offences against physical integrity), and Article 258 (property damage).
Meanwhile, two of the arrested suspects were placed under an Order to Identify and Reside (TIR), which requires them to remain at their residence and report to the authorities.
In addition, the remaining five suspects in the murder case were required to report periodically to the authorities.
It is recalled that following the assault, Vicensio Fernandes was rushed to hospital after sustaining severe injuries during a confrontation between two groups at the memorial ceremony.
Ten men were arrested, including a member of the F-FDTL identified as ODS.
The clash occurred between a group holding a memorial ceremony and another group conducting a traditional ceremony in separate locations within the same hamlet.

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